O princípio da guerra! (2)
Kang-jun continuou a explorar as ruas a procura de pessoas que emanavam maldade. Depois de algum tempo, ele encontrou um grupo de homens em pé na frente de um prédio alto. Eles passaram uma má-impressão e Kang-jun instantaneamente adivinhou o que eram.
Gangsters!
Em particular, o homem de uns 30 anos que usava um terno vermelho tinha olhos de águia!
Expert!
Ele sabia que não devia mexer com ele. Kang-jun conseguia instintivamente sentir as habilidades do homem de terno vermelho.
Hmm.
Mas ele não tinha nada a temer dos humanos. Sua magia negra era invencível. Se a magia negra absorvesse a energia vital, eles ficariam fracos demais para opor resistência. Kang-jun olhou para o homem e imediatamente usou magia negra.
…
Mas o homem continuava inabalado. Ao mesmo tempo, algumas mensagens apareceram.
[O alvo resistiu]
[A energia não foi coletada]
Inacreditável! Resistência!
[Pessoas com excelentes habilidades mentais e físicas serão capazes de resistir]
[Você pode abrir o campo de batalha e lutar contra o alvo]
[Grandes quantidades de mana poderão ser absorvidas se você ganhar. No entanto, você perderá uma grande quantidade dela se você perder]
[Gostaria de abrir o campo de batalha? Sim/Não]
[Abrir o campo de batalha consumirá 1 ponto de mana]
Campo de batalha?
A vitória o permitiria coletar muita mana, enquanto a derrota significava perder uma grande quantidade! Assim sendo, ele tinha que ser muito cauteloso.
Não! Ele é um adversário que eu não consigo vencer no momento.
Entrar numa luta perdida era loucura! Kang-jun decidiu não abrir o campo de batalha. Naquele momento, como se tivesse sentido algo estranho, o homem do terno vermelho olhou para Kang-jun.
Vishe!
Kang-jun virou-se rapidamente como se nada tivesse acontecido, mas o homem veio em sua direção.
— Você aí. Olhe para mim por um segundo.
Kang-jun parou e virou a cabeça.
— Eu?
— Você.
O homem olhou Kang-jun de cima a baixo antes de dizer.
— Revistem ele pra ver se tem uma arma.
— Sim, senhor!
Alguns homens vieram e examinaram as roupas de Kang-jun. Eles até fizeram ele tirar os sapatos para olhar.
— Não há nada, senhor.
Então o homem de terno vermelho franziu a testa. Ele pareceu refletir sobre algo antes de perguntar para Kang-jun novamente.
— O que você queria?
— Hã?
— Por que você estava me encarando?
— Eu estava só olhando, não estava encarando.
— Então por que você estava olhando?
Os olhos do homem eram frios; Kang-jun respondeu sem qualquer constrangimento.
— Estava pensando se você era uma celebridade.
— Celebridade?
— Suas roupas são chamativas e você tem um rosto legal. Peço desculpas se eu te incomodei.
A expressão do homem mostrava que ele achava aquilo absurdo.
— Esse é realmente o motivo?
— Sim.
— Você é um safado sortudo. Soltem ele.
— Sim, senhor.
O homem que segurava os braços de Kang-jun o soltou.
— Escuta, bastardo. Hoje você deu sorte. Se fizer isso de novo, eu vou arrancar seus olhos.
Kang-jun virou-se e foi embora mancando. O homem de terno vermelho riu da cena. Ele tinha sentido algo estranho, mas preocupante, vindo de Kang-jun.
— Botei medo num aleijado. Devo estar exagerando.
Enquanto isso, Kang-jun colocou a mão no peito. O homem de terno vermelho não sabia da magia negra, mas obviamente sentiu algo. Como resultado, Kang-jun quase morreu. Se ele não tivesse inventado aquela mentira sobre ser uma celebridade, era provável que seus olhos tivessem mesmo sido arrancados e então ele levaria uma surra.
— Preciso ter mais cuidado com em quem eu usar magia negra no futuro.
Isso aconteceu porque ele ainda era muito fraco. Ele precisava abrir logo a porta para Hwanmong e subir de nível. Ele atingiria um nível onde fosse forte o suficiente para vencer contra aquele expert.
Você logo verá. Fazer bullying comigo. Arrancar meus olhos?
Kang-jun memorizou os rostos do homem de terno vermelho e dos seus capangas. Ele os faria pagar no futuro. Hoje não seria prudente mexer com eles. Depois disso, Kang-jun só atacou aqueles contra os quais tinha confiança que a magia negra seria efetiva. Ele atacou os bandidos e valentões, mantendo-se na surdina tanto quanto possível. Então, depois de explorar as ruas à noite por um tempo:
[Mana 100/100]
Sem muito esforço, toda a capacidade de mana tinha sido preenchida. Novas mensagens apareceram imediatamente na frente de Kang-jun.
[Foi reunida uma quantidade de mana suficiente para abrir a porta para Hwanmong]
[A porta de Hwanmong será aberta quando você dormir]
Hã? Kang-jun ficou intrigado com as mensagens inesperadas que apareceram sobre a porta de Hwanmong. Como assim a porta se abriria quando ele estivesse dormindo? Dormir abriria a porta para Hwanmong. De que adianta ela abrir se ele iria estar dormindo?
Pensando bem… Talvez em seus sonhos? Hwanmong (Sonho vazio)! Fazia sentido quando se pensava no significado da palavra. Kang-jun voltou mais que depressa para seu quarto. Tomou um banho e imediatamente se deitou na cama. Mas o sono não vinha. Eram 3 da manhã. Sua rotina normal fez com ele se acostumasse a dormir só às 9 da manhã.
Não é fácil tentar me forçar a dormir. Talvez eu devesse tomar uma pílula, sei lá.
Com certeza isso iria ajudar. No entanto, não havia nenhum lugar para comprar pílulas para dormir essa hora da madrugada. Sei lá. Vou fechar os olhos e eventualmente vou acabar dormindo. Ele fingiu dormir por um bom tempo, até perto das 5 da manhã, quando…
[A porta para Hwanmong se abriu]
[Missão 1 foi concluída]
A porta para Hwanmong abriu, e a primeira missão foi concluída. Kang-jun ficou surpreso ao ouvir uma voz. Isso era um sonho? Ou realidade?
Então este lugar é…?
Kang-jun sentiu naturalidade, como se estivesse em seu quarto. Um quarto apertado. Mas estava estranhamente vazio. Sua cama de solteiro, mesa e até TV não estavam ali. O que estava acontecendo? Ele estava até mesmo vestindo roupas desconhecidas. As roupas misteriosas revelaram uma textura áspera quando ele as tocou.
O que é isso? Um sonho? Claro que era um sonho. Coisas improváveis podiam acontecer em um sonho. Com certeza.
[Você entrou no mundo de Hwanmong]